Bridgestone termina primeiro teste com sucesso
A primeira ronda de testes de MotoGP de 2012 terminou após o final dos três dias de trabalho em Sepang com a Bridgestone a levar a cabo extensa avaliação das especificações de pneus para 2012.
Casey Stoner, da Repsol Honda, foi o piloto mais rápido em Sepang com um tempo de 1m59,606s – um segundo mais rápido que a sua melhor marca do teste de 2011 – provando que a combinação das novos máquinas de 1000cc e a especificação de pneus de 2012 da Bridgestone funciona bem. Jorge Lorenzo, da Yamaha, foi o segundo melhor, à frente do companheiro de equipa de Stoner, Dani Pedrosa; os pilotos rodaram em 2m00,198s e 2m00,256s, respectivamente.
O centro das atenções da Bridgestone foi a avaliação das duas especificações dos pneus de 2012 e o pneu frontal experimental desenvolvido propositadamente. Os dados recolhidos serão agora incorporados no contínuo programa de desenvolvimento dos pneus de MotoGP da Bridgestone.
Com as temperaturas da pista regularmente acima dos 50ºC, Sepang apresentou-se como a oportunidade para avaliar os pneus para a próxima época do MotoGP num ambiente muito diferente daquele que se verificou no último teste em novembro passado, em Valência. Apesar das condições diferentes, os pilotos mostraram.-se contentes com as sensações obtidas e com as características de aquecimento apresentadas pelas borrachas de 2012.
Com os principais objetivos técnicos para este ano a centrarem-se na prestação de aquecimento e melhorias nas sensações dadas aos pilotos, a resposta aos pneus da Bridgestone dadas após o teste privado das CRT em Valência (30 e 31 de janeiro) também foram positivas. A maior amplitude térmica de funcionamento que os novos pneus apresentam garantiu excelentes níveis de aderência atingidos mais rapidamente, mesmo com as temperaturas da pista em Espanha a não terem ido além dos 17ºC.
As conversas da Bridgestone com Loris Capirossi também tiveram continuidade em Sepang, com o plano de trabalho para 2012 a ser colocado em marcha para garantir uma atenção permanente na segurança dos pilotos. A ligação regular com o novo Conselheiro de Segurança da Dorna foi valiosa no desenvolvimento de uma ideia clara da opinião geral dos pilotos sobre os actuais pneus.
A Bridgestone está agora já de olhos postos nos próximos testes de MotoGP e vai fornecer pneus e engenheiros técnicos às equipas privadas CRT em Jerez, de 20 a 22 de fevereiro, e no segundo ensaio de Sepang, de 28 de fevereiro a 1 de março.
Tohru Ubukata - Diretor Geral, Departamento de Desenvolvimento de Pneus de Competição Bridgestone
“O nosso objetivo para o teste de Sepang era avaliar a prestação da especificação dos pneus de 2012 nas condições mais quentes possíveis e neste aspeto ficámos muito contentes com as respostas que recebemos dos pilotos na Malásia.”
“Os nosso encontros com o Conselheiro de Segurança da Dorna, Loris Capirossi, foram muito produtivos e a experiência dele com pneus Bridgestone e a relação que tem com os pilotos são muito importantes para compreendemos a relação entre piloto, moto e pneu. A presença do Conselheiro de Segurança no MotoGP é uma novidade bem-vinda e vamos continuar a nossa colaboração com o Loris ao longo do ano.”
“Os dados técnicos e as respostas dos pilotos que recolhemos durante o teste são muito importantes para o programa de desenvolvimento do nosso pneus de MotoGP e quero agradecer a todas as equipas e pilotos pelo tempo valioso que nos dispensaram para nos ajudarem a atingirmos as nossas metas.”
Loris Capirossi – Conselheiro de Segurança da Dorna
“Estou muito contente por reatar a minha colaboração com a Bridgestone e estou desejoso por trabalhar em conjunto com eles durante a época. Pessoalmente, sinto que foi um teste muito positivo e mais um passo na direção certa depois do nosso último encontro em Valência.”
“Estou em conversações com os pilotos, a opinião geral em relação à especificação dos pneus de 2012 é muito boas e estão contentes com as sensações que os pneus oferecem. O pneu frontal experimental também ajudou a dar aos pilotos um entendimento do rumo do desenvolvimento da Bridgestone.”
Fonte: MotoGP/pt
Foto: Divulgação
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Bridgestone termina primeiro teste com sucesso

A primeira ronda de testes de MotoGP de 2012 terminou após o final dos três dias de trabalho em Sepang com a Bridgestone a levar a cabo extensa avaliação das especificações de pneus para 2012.

Casey Stoner, da Repsol Honda, foi o piloto mais rápido em Sepang com um tempo de 1m59,606s – um segundo mais rápido que a sua melhor marca do teste de 2011 – provando que a combinação das novos máquinas de 1000cc e a especificação de pneus de 2012 da Bridgestone funciona bem. Jorge Lorenzo, da Yamaha, foi o segundo melhor, à frente do companheiro de equipa de Stoner, Dani Pedrosa; os pilotos rodaram em 2m00,198s e 2m00,256s, respectivamente.

O centro das atenções da Bridgestone foi a avaliação das duas especificações dos pneus de 2012 e o pneu frontal experimental desenvolvido propositadamente. Os dados recolhidos serão agora incorporados no contínuo programa de desenvolvimento dos pneus de MotoGP da Bridgestone.

Com as temperaturas da pista regularmente acima dos 50ºC, Sepang apresentou-se como a oportunidade para avaliar os pneus para a próxima época do MotoGP num ambiente muito diferente daquele que se verificou no último teste em novembro passado, em Valência. Apesar das condições diferentes, os pilotos mostraram.-se contentes com as sensações obtidas e com as características de aquecimento apresentadas pelas borrachas de 2012.

Com os principais objetivos técnicos para este ano a centrarem-se na prestação de aquecimento e melhorias nas sensações dadas aos pilotos, a resposta aos pneus da Bridgestone dadas após o teste privado das CRT em Valência (30 e 31 de janeiro) também foram positivas. A maior amplitude térmica de funcionamento que os novos pneus apresentam garantiu excelentes níveis de aderência atingidos mais rapidamente, mesmo com as temperaturas da pista em Espanha a não terem ido além dos 17ºC.

As conversas da Bridgestone com Loris Capirossi também tiveram continuidade em Sepang, com o plano de trabalho para 2012 a ser colocado em marcha para garantir uma atenção permanente na segurança dos pilotos. A ligação regular com o novo Conselheiro de Segurança da Dorna foi valiosa no desenvolvimento de uma ideia clara da opinião geral dos pilotos sobre os actuais pneus.

A Bridgestone está agora já de olhos postos nos próximos testes de MotoGP e vai fornecer pneus e engenheiros técnicos às equipas privadas CRT em Jerez, de 20 a 22 de fevereiro, e no segundo ensaio de Sepang, de 28 de fevereiro a 1 de março.

Tohru Ubukata - Diretor Geral, Departamento de Desenvolvimento de Pneus de Competição Bridgestone

“O nosso objetivo para o teste de Sepang era avaliar a prestação da especificação dos pneus de 2012 nas condições mais quentes possíveis e neste aspeto ficámos muito contentes com as respostas que recebemos dos pilotos na Malásia.”

“Os nosso encontros com o Conselheiro de Segurança da Dorna, Loris Capirossi, foram muito produtivos e a experiência dele com pneus Bridgestone e a relação que tem com os pilotos são muito importantes para compreendemos a relação entre piloto, moto e pneu. A presença do Conselheiro de Segurança no MotoGP é uma novidade bem-vinda e vamos continuar a nossa colaboração com o Loris ao longo do ano.”

“Os dados técnicos e as respostas dos pilotos que recolhemos durante o teste são muito importantes para o programa de desenvolvimento do nosso pneus de MotoGP e quero agradecer a todas as equipas e pilotos pelo tempo valioso que nos dispensaram para nos ajudarem a atingirmos as nossas metas.”

Loris Capirossi – Conselheiro de Segurança da Dorna

“Estou muito contente por reatar a minha colaboração com a Bridgestone e estou desejoso por trabalhar em conjunto com eles durante a época. Pessoalmente, sinto que foi um teste muito positivo e mais um passo na direção certa depois do nosso último encontro em Valência.”

“Estou em conversações com os pilotos, a opinião geral em relação à especificação dos pneus de 2012 é muito boas e estão contentes com as sensações que os pneus oferecem. O pneu frontal experimental também ajudou a dar aos pilotos um entendimento do rumo do desenvolvimento da Bridgestone.”

Fonte: MotoGP/pt

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Campeonato Brasileiro de Motovelocidade volta em 2012
O presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo, Firmo Alves, confirmou esta semana o que já havia dito em seu projeto de governo para os próximos quatro anos na entidade: o retorno do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A competição será realizada em parceria com MotoSchool, que organiza hoje um dos campeonatos mais importantes da América latina, o SuperBike Series. O Campeonato terá etapas nos principais autódromos do país. São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão no calendário que será divulgado em breve.
- Fico muito feliz em anunciar o renascimento do Brasileiro de Motovelocidade. A CBM enviou uma carta convite para os dois principais promotores da modalidade no país. Ambos têm projetos excelentes e vão ao encontro do que nós queremos para o futuro da modalidade. Recebemos as duas propostas, e posso afirmar que foi uma decisão bastante difícil e apertada. Agradeço aos dois promotores por conduzirem a modalidade em tão alto nível - declarou Firmo Alves, relembrando que em 2011 não foi realizado o Brasileiro da modalidade. - Foi decidido uma parceria com a MotoSchool, que já organiza muito bem o SuperBike Series, para que ela seja a promotora do Campeonato Brasileiro de 2012 e 2013 - completou.
O calendário completo, os locais das etapas e o regulamento do campeonato serão divulgados em breve e em conjunto pela CBM e MotoSchool. Serão escolhidas as melhores praças do país para receber as provas. O público finalmente poderá ter as referências dos líderes e dos campeões brasileiros em cada categoria do Campeonato.
- O que aconteceu com a Motovelocidade no Brasil nos últimos anos foi um grande absurdo. É inconcebível imaginar que a gestão anterior da CBM tenha deixado de realizar a competição em 2011. Essa parceria com a MotoSchool, do piloto Bruno Corano, e a Confederação Brasileira de Motociclismo irá alavancar ainda mais a motovelocidade no Brasil. Vamos retomar com chave de ouro essa importante modalidade - disse Firmo Alves. 
Para o vice-presidente CBM, e também diretor de motovelocidade e supermoto da entidade, Roberto Boettcher, o campeonato tem tudo para ser um dos melhores dos últimos anos, e abrir portas para o surgimento de novos talentos no esporte. 
- Para que o Brasil possa revelar novos e mais pilotos, precisamos ter competições de alto nível. É nelas que surgem os grandes pilotos, e tenho certeza de que o Campeonato Brasileiro de 2012 vai ser um marco nesse processo - ressaltou Boettcher.
À frente da entidade há menos de seis meses, o presidente da CBM garantiu apoio para o crescimento da modalidade no país daqui para frente.
- Tivemos Alexandre Barros e hoje temos o jovem Eric Granado brilhando internacionalmente. Precisamos formar uma nova geração e incentivar quem já está na estrada para que ele não fique sozinho nessa batalha. O caminho não é fácil, mas eu darei todo meu apoio para que a motovelocidade volte a ter força e cresça ainda mais no Brasil - garantiu o presidente da CBM.
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Campeonato Brasileiro de Motovelocidade volta em 2012

O presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo, Firmo Alves, confirmou esta semana o que já havia dito em seu projeto de governo para os próximos quatro anos na entidade: o retorno do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade. A competição será realizada em parceria com MotoSchool, que organiza hoje um dos campeonatos mais importantes da América latina, o SuperBike Series. O Campeonato terá etapas nos principais autódromos do país. São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul estão no calendário que será divulgado em breve.

- Fico muito feliz em anunciar o renascimento do Brasileiro de Motovelocidade. A CBM enviou uma carta convite para os dois principais promotores da modalidade no país. Ambos têm projetos excelentes e vão ao encontro do que nós queremos para o futuro da modalidade. Recebemos as duas propostas, e posso afirmar que foi uma decisão bastante difícil e apertada. Agradeço aos dois promotores por conduzirem a modalidade em tão alto nível - declarou Firmo Alves, relembrando que em 2011 não foi realizado o Brasileiro da modalidade. - Foi decidido uma parceria com a MotoSchool, que já organiza muito bem o SuperBike Series, para que ela seja a promotora do Campeonato Brasileiro de 2012 e 2013 - completou.

O calendário completo, os locais das etapas e o regulamento do campeonato serão divulgados em breve e em conjunto pela CBM e MotoSchool. Serão escolhidas as melhores praças do país para receber as provas. O público finalmente poderá ter as referências dos líderes e dos campeões brasileiros em cada categoria do Campeonato.

- O que aconteceu com a Motovelocidade no Brasil nos últimos anos foi um grande absurdo. É inconcebível imaginar que a gestão anterior da CBM tenha deixado de realizar a competição em 2011. Essa parceria com a MotoSchool, do piloto Bruno Corano, e a Confederação Brasileira de Motociclismo irá alavancar ainda mais a motovelocidade no Brasil. Vamos retomar com chave de ouro essa importante modalidade - disse Firmo Alves. 

Para o vice-presidente CBM, e também diretor de motovelocidade e supermoto da entidade, Roberto Boettcher, o campeonato tem tudo para ser um dos melhores dos últimos anos, e abrir portas para o surgimento de novos talentos no esporte. 

- Para que o Brasil possa revelar novos e mais pilotos, precisamos ter competições de alto nível. É nelas que surgem os grandes pilotos, e tenho certeza de que o Campeonato Brasileiro de 2012 vai ser um marco nesse processo - ressaltou Boettcher.

À frente da entidade há menos de seis meses, o presidente da CBM garantiu apoio para o crescimento da modalidade no país daqui para frente.

- Tivemos Alexandre Barros e hoje temos o jovem Eric Granado brilhando internacionalmente. Precisamos formar uma nova geração e incentivar quem já está na estrada para que ele não fique sozinho nessa batalha. O caminho não é fácil, mas eu darei todo meu apoio para que a motovelocidade volte a ter força e cresça ainda mais no Brasil - garantiu o presidente da CBM.

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Speed ​​Master assina com Pasini para o MotoGP
A Speed Master Team chegou a acordo com Mattia Pasini para pilotar a sua moto CRT ART (Aprilia Racing Technology) na classe de MotoGP™.
Pasini, piloto habitual no Campeonato do Mundo de MotoGP™ desde 2004, assinou contrato com a formação italiana para melhorar o projecto CRT da formação com a experiência que adquiriu ao longo dos anos de competição nas 125cc, 250cc e Moto2. Nas três categorias Mattia obteve um total de 11 pole positions, 26 pódios, entre eles dez vitórias, e está agora pronto para mostrar a sua determinação em pista na nova aventura em que vai embarcar na categoria rainha.

O primeiro contacto de Mattia Pasini com a montada da Speed Master Team tem lugar no teste privado que se realiza a 30 e 31 de janeiro no circuito Ricardo Tormo, em Valência.
Fonte: MotoGP
Imagem: Divulgação

Speed ​​Master assina com Pasini para o MotoGP

A Speed Master Team chegou a acordo com Mattia Pasini para pilotar a sua moto CRT ART (Aprilia Racing Technology) na classe de MotoGP™.

Pasini, piloto habitual no Campeonato do Mundo de MotoGP™ desde 2004, assinou contrato com a formação italiana para melhorar o projecto CRT da formação com a experiência que adquiriu ao longo dos anos de competição nas 125cc, 250cc e Moto2. Nas três categorias Mattia obteve um total de 11 pole positions, 26 pódios, entre eles dez vitórias, e está agora pronto para mostrar a sua determinação em pista na nova aventura em que vai embarcar na categoria rainha.

O primeiro contacto de Mattia Pasini com a montada da Speed Master Team tem lugar no teste privado que se realiza a 30 e 31 de janeiro no circuito Ricardo Tormo, em Valência.

Fonte: MotoGP

Imagem: Divulgação

Veja motos que você pode acelerar em 2012
Arthur Caldeira

Fechamos 2011 com recorde no emplacamento de motos. Segundo dados oficiais, foram comercializadas 1.940.564 motocicletas no ano passado – aumento de 7,5% em comparação a 2010. Aparentemente, o mercado brasileiro de duas rodas superou a crise financeira e deve crescer ainda mais em 2012. Boa notícia para os consumidores motociclistas que devem ser “presenteados” com diversos lançamentos ao longo deste ano que se inicia.

Com base nas novidades apresentadas no exterior e também analisando os segmentos mais promissores do mercado de motocicletas, elaboramos uma lista das 10 principais motos que devem ser lançadas no Brasil em 2012. Algumas já são dadas como certas outras são apostas do que deve desembarcar nas concessionárias neste ano. Escolha sua nova moto para acelerar em 2012!

BMW G 650 GS Sertão
Lançada mundialmente no Salão Duas Rodas 2011, a versão mais off-road da G 650 GS homenageia a árida região brasileira e traz alguns itens para incrementar seu potencial off-road, como suspensões mais altas, para lamas novos e protetores de mão. A previsão é de que G 650 GS Sertão desembarque por aqui no segundo semestre.

Dafra SYM Next 250
Na esteira do sucesso do scooter Citycom 300i, a Dafra lança o segundo modelo em parceria com a taiwanesa SYM: a Next 250. Equipada com motor de um cilindro, comando simples no cabeçote e 249,4 cm³ de capacidade, a naked de 250cc traz injeção eletrônica para produzir 24 cv de potência máxima a 7.500 rpm. A Next 250 oferece ainda rodas de liga leve e freio a disco nas duas rodas para brigar de frente com Yamaha YS 250 Fazer e Honda CB 300R. A Dafra Next 250 chega no final de abril e seu preço deve ficar em torno dos R$ 11.000.

Ducati Panigale 1199
Com lançamento mundial marcado para fevereiro próximo, a revolucionária Ducati Panigale 1199 tem tudo para desembarcar no Brasil até o final de 2012. Afinal, os italianos ainda mantêm os planos de construir uma linha de montagem em Manaus e já há uma rede de distribuidores no País. Lançada como uma revolução na família de superesportivas da marca italiana, a Panigale chega para quebrar paradigmas. Em vez do quadro em treliça conta com um chassi monocoque, muita tecnologia embarcada e o novo motor Superquadro, um “V2” capaz de produzir 195 cavalos de potência máxima. Sem falar que os italianos capricharam mais que nunca no design da Panigale.

Honda NC 700X
A trail de 700 cc foi apresentada no último Salão de Motos de Milão juntamente com uma versão naked – ambas, assim como o scooter Integra, utilizam um novo motor de dois cilindros paralelos de 670 cm³ e também são feitas sobre a mesma plataforma (chassi, quadro e rodas). Com esse projeto, inédito no mercado de motos, a Honda pretende baratear os custos de produção dos modelos. Estrela também do Salão de Tóquio, a NC 700X foi especulada como o próximo lançamento da marca japonesa no Brasil. Rumores dão conta, inclusive, que a NC 700X poderia até ser produzida por aqui, o que a tornaria uma opção acessível no mercado trail de 700cc.

Honda CBR 250R
Mostrada no Salão Duas Rodas 2011, a pequena esportiva de 250cc deve fazer sua estreia já neste primeiro semestre. Equipada com motor de um cilindro, porém com refrigeração líquida e injeção eletrônica, a pequena CBR tem sido sucesso de vendas em todo o mundo. Apesar de seu motor de modestos 26,4 cv, o visual é de moto maior. Além disso, o modelo traz freio a disco nas duas rodas com sistema Combined ABS. A grande incógnita ainda é o preço final, já que inicialmente a CBR 250R deverá ser importada da Tailândia e, com isso, deve chegar a valor alto dentro da sua categoria. Sua principal concorrente no mercado nacional, a Kawasaki Ninja 250, montada em Manaus (AM), tem preço sugerido de R$ 15.540. Como a nova Honda vem pra brigar com a pequena Ninja, espera-se que o preço não seja muito acima disso.

Kawasaki ZX-14R
Completamente renovada para 2012, a superesportiva (que deveria se chamar hiper) ZX-14R foi lançada em outubro do ano passado no exterior e deve desembarcar no Brasil ainda neste ano – se a Kawasaki seguir a política dos últimos anos. E já chega com a fama de ser a moto com a maior aceleração do mundo! Segundo a Kawasaki, o novo motor de quatro cilindros em linha, com comando duplo no cabeçote (DOHC) teve sua capacidade aumentada para 1.441 cm³ e percorre os 400 metros das corridas de arrancada em 9,4 segundos! Para segurar a fúria da nova Kawa, controle de tração regulável e freios compostos por discos duplos semi-flutuantes com pinças radiais de quatro pistões na frente e na traseira um disco único com pinça de pistão duplo. Embora a marca não divulgue oficialmente o torque e a “cavalaria” da Ninja ZX-14R, rumores que circulam pela Casa de Akashi afirmam que ela tem mais de 200 cv, que podem subir para 250 cv com a ação da indução direta de ar. Um míssil em duas rodas!

KTM Duke 200
A KTM confirmou sua fábrica em Manaus para este ano, mas também afirmou que vai fortalecer primeiro sua linha Adventure, com as big-trails de 990 cc no primeiro semestre. Mas para popularizar a marca entre os motociclistas urbanos, a KTM deve montar a Duke 200, uma pequena naked de alto desempenho com motor com refrigeração líquida, suspensões de qualidade e freios Brembo. Lançada recentemente na Índia e em outros mercados, a Duke de 200cc deve servir como porta de entrada para a marca austríaca.

MV Agusta F4 RR Corsa Corta
Em 2011, a parceria entre a Dafra e a MV Agusta já trouxe ao Brasil a F4 1000 e a Brutale 1090RR. Para este ano, deve chegar às concessionárias da fábrica italiana a F4 RR Corsa Corta, equipada com uma nova versão do motor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm de potência máxima. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv. O preço sugerido será de R$ 150 mil.

Suzuki GSX-R 750
Em 2011, a J.Toledo Suzuki renovou sua linha de baixa cilindrada, mas não trouxe ao País as novas versões de suas potentes superesportivas. A aclamada GSX-R 750 à venda no Brasil, por exemplo, ainda se trata do modelo 2010 em comparação ao exterior – já que há dois anos, a Suzuki lançou na Europa uma esportiva de 750cc completamente renovada. Apostamos que, neste ano, a J.Toledo deve começar a comercializar no País a nova GSX-R 750 que, além do visual renovado, tem novo chassi e um novo mapeamento do motor. Quem sabe a GSX-R 1000 2012, mostrada em Milão, também não chega às concessionárias brasileiros da marca?

Triumph Tiger 800
Como a marca inglesa anunciou que voltará ao Brasil neste ano, nossa esperança é que ela chegue por aqui com algumas novidades já à venda no exterior, fugindo um pouco das conhecidas Daytona 675 e Speed Triple. Por isso, a Tiger 800 seria uma boa pedida, afinal as motos trails de média cilindrada têm um público cativo no Brasil, como mostram as vendas da XT 660R e da BMW G 650GS. A concorrente inglesa, equipada com motor de três cilindros de 799 cm³ e 95 cv de potência máxima, pode vir para apimentar ainda mais o segmento.

Fotos: Divulgação
Fonte: Agência Infomoto
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Veja motos que você pode acelerar em 2012

Arthur Caldeira

Fechamos 2011 com recorde no emplacamento de motos. Segundo dados oficiais, foram comercializadas 1.940.564 motocicletas no ano passado – aumento de 7,5% em comparação a 2010. Aparentemente, o mercado brasileiro de duas rodas superou a crise financeira e deve crescer ainda mais em 2012. Boa notícia para os consumidores motociclistas que devem ser “presenteados” com diversos lançamentos ao longo deste ano que se inicia.

Com base nas novidades apresentadas no exterior e também analisando os segmentos mais promissores do mercado de motocicletas, elaboramos uma lista das 10 principais motos que devem ser lançadas no Brasil em 2012. Algumas já são dadas como certas outras são apostas do que deve desembarcar nas concessionárias neste ano. Escolha sua nova moto para acelerar em 2012!

BMW G 650 GS Sertão

Lançada mundialmente no Salão Duas Rodas 2011, a versão mais off-road da G 650 GS homenageia a árida região brasileira e traz alguns itens para incrementar seu potencial off-road, como suspensões mais altas, para lamas novos e protetores de mão. A previsão é de que G 650 GS Sertão desembarque por aqui no segundo semestre.

Dafra SYM Next 250

Na esteira do sucesso do scooter Citycom 300i, a Dafra lança o segundo modelo em parceria com a taiwanesa SYM: a Next 250. Equipada com motor de um cilindro, comando simples no cabeçote e 249,4 cm³ de capacidade, a naked de 250cc traz injeção eletrônica para produzir 24 cv de potência máxima a 7.500 rpm. A Next 250 oferece ainda rodas de liga leve e freio a disco nas duas rodas para brigar de frente com Yamaha YS 250 Fazer e Honda CB 300R. A Dafra Next 250 chega no final de abril e seu preço deve ficar em torno dos R$ 11.000.

Ducati Panigale 1199

Com lançamento mundial marcado para fevereiro próximo, a revolucionária Ducati Panigale 1199 tem tudo para desembarcar no Brasil até o final de 2012. Afinal, os italianos ainda mantêm os planos de construir uma linha de montagem em Manaus e já há uma rede de distribuidores no País. Lançada como uma revolução na família de superesportivas da marca italiana, a Panigale chega para quebrar paradigmas. Em vez do quadro em treliça conta com um chassi monocoque, muita tecnologia embarcada e o novo motor Superquadro, um “V2” capaz de produzir 195 cavalos de potência máxima. Sem falar que os italianos capricharam mais que nunca no design da Panigale.

Honda NC 700X

A trail de 700 cc foi apresentada no último Salão de Motos de Milão juntamente com uma versão naked – ambas, assim como o scooter Integra, utilizam um novo motor de dois cilindros paralelos de 670 cm³ e também são feitas sobre a mesma plataforma (chassi, quadro e rodas). Com esse projeto, inédito no mercado de motos, a Honda pretende baratear os custos de produção dos modelos. Estrela também do Salão de Tóquio, a NC 700X foi especulada como o próximo lançamento da marca japonesa no Brasil. Rumores dão conta, inclusive, que a NC 700X poderia até ser produzida por aqui, o que a tornaria uma opção acessível no mercado trail de 700cc.

Honda CBR 250R

Mostrada no Salão Duas Rodas 2011, a pequena esportiva de 250cc deve fazer sua estreia já neste primeiro semestre. Equipada com motor de um cilindro, porém com refrigeração líquida e injeção eletrônica, a pequena CBR tem sido sucesso de vendas em todo o mundo. Apesar de seu motor de modestos 26,4 cv, o visual é de moto maior. Além disso, o modelo traz freio a disco nas duas rodas com sistema Combined ABS. A grande incógnita ainda é o preço final, já que inicialmente a CBR 250R deverá ser importada da Tailândia e, com isso, deve chegar a valor alto dentro da sua categoria. Sua principal concorrente no mercado nacional, a Kawasaki Ninja 250, montada em Manaus (AM), tem preço sugerido de R$ 15.540. Como a nova Honda vem pra brigar com a pequena Ninja, espera-se que o preço não seja muito acima disso.

Kawasaki ZX-14R

Completamente renovada para 2012, a superesportiva (que deveria se chamar hiper) ZX-14R foi lançada em outubro do ano passado no exterior e deve desembarcar no Brasil ainda neste ano – se a Kawasaki seguir a política dos últimos anos. E já chega com a fama de ser a moto com a maior aceleração do mundo! Segundo a Kawasaki, o novo motor de quatro cilindros em linha, com comando duplo no cabeçote (DOHC) teve sua capacidade aumentada para 1.441 cm³ e percorre os 400 metros das corridas de arrancada em 9,4 segundos! Para segurar a fúria da nova Kawa, controle de tração regulável e freios compostos por discos duplos semi-flutuantes com pinças radiais de quatro pistões na frente e na traseira um disco único com pinça de pistão duplo. Embora a marca não divulgue oficialmente o torque e a “cavalaria” da Ninja ZX-14R, rumores que circulam pela Casa de Akashi afirmam que ela tem mais de 200 cv, que podem subir para 250 cv com a ação da indução direta de ar. Um míssil em duas rodas!

KTM Duke 200

A KTM confirmou sua fábrica em Manaus para este ano, mas também afirmou que vai fortalecer primeiro sua linha Adventure, com as big-trails de 990 cc no primeiro semestre. Mas para popularizar a marca entre os motociclistas urbanos, a KTM deve montar a Duke 200, uma pequena naked de alto desempenho com motor com refrigeração líquida, suspensões de qualidade e freios Brembo. Lançada recentemente na Índia e em outros mercados, a Duke de 200cc deve servir como porta de entrada para a marca austríaca.

MV Agusta F4 RR Corsa Corta

Em 2011, a parceria entre a Dafra e a MV Agusta já trouxe ao Brasil a F4 1000 e a Brutale 1090RR. Para este ano, deve chegar às concessionárias da fábrica italiana a F4 RR Corsa Corta, equipada com uma nova versão do motor de quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 998 cm3 de capacidade cúbica, que gera 201 cv a 13.400 rpm de potência máxima. Com esse desempenho, a F4 RR Corsa Corta é uma das poucas motocicletas do mundo a contar com um motor de mais 200 cv. O preço sugerido será de R$ 150 mil.

Suzuki GSX-R 750

Em 2011, a J.Toledo Suzuki renovou sua linha de baixa cilindrada, mas não trouxe ao País as novas versões de suas potentes superesportivas. A aclamada GSX-R 750 à venda no Brasil, por exemplo, ainda se trata do modelo 2010 em comparação ao exterior – já que há dois anos, a Suzuki lançou na Europa uma esportiva de 750cc completamente renovada. Apostamos que, neste ano, a J.Toledo deve começar a comercializar no País a nova GSX-R 750 que, além do visual renovado, tem novo chassi e um novo mapeamento do motor. Quem sabe a GSX-R 1000 2012, mostrada em Milão, também não chega às concessionárias brasileiros da marca?

Triumph Tiger 800

Como a marca inglesa anunciou que voltará ao Brasil neste ano, nossa esperança é que ela chegue por aqui com algumas novidades já à venda no exterior, fugindo um pouco das conhecidas Daytona 675 e Speed Triple. Por isso, a Tiger 800 seria uma boa pedida, afinal as motos trails de média cilindrada têm um público cativo no Brasil, como mostram as vendas da XT 660R e da BMW G 650GS. A concorrente inglesa, equipada com motor de três cilindros de 799 cm³ e 95 cv de potência máxima, pode vir para apimentar ainda mais o segmento.

Fotos: Divulgação

Fonte: Agência Infomoto

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Honda CRF 250 L pode vir ao Brasil e é boa opção para os trilheiros de fim de semana
A apresentação da nova Honda CRF 250L e a possibilidade de que o modelo poderia ser vendido em todo o mundo, inclusive no Brasil surpreendeu aos presentes ao encontro mundial de jornalistas, promovido pela Honda em dezembro passado. O abalo foi maior do que o causado pelo pequeno terremoto que fez tremer as estruturas do hotel Twin Ring na noite anterior, localizado dentro do autódromo de mesmo nome em Motegi, no Japão.
Com uma proposta mista on/off-road, fato evidenciado pela sua roupagem semelhante às motos profissionais da marca, a CRF 250L chega para atualizar o line-up da Honda nesse segmento. No restante do mundo a já ultrapassada CRF 230 conta com uma versão “L”, homologada para rodar na rua, e aqui no Brasil, a XR 250 Tornado que cumpria essa função deixou muitos órfãos, pois a XRE 300 tem características muito mais projetadas para se rodar no asfalto.
Apesar do desenho clássico das motos off-road, a nova CRF 250L utiliza um moderno motor de um cilindro com refrigeração líquida — o mesmo da mini esportiva CBR 250R, esta já confirmada para o nosso mercado. O propulsor de exatos 249 cm³ de capacidade conta com comando de válvulas duplo no cabeçote (DOHC) e quatro válvulas por cilindro, além de ser alimentado por injeção eletrônica. Embora seu desempenho no novo modelo não tenha sido divulgado pela Honda, espera-se algo em torno dos 26 cv de potência máxima — valor declarado para a versão esportiva.
CORPO E ALMA OFF-ROAD
Mas as qualidades da nova Honda CRF 250L para enfrentar o fora-de-estrada não são apenas estéticas e vão além do visual. O quadro é um berço duplo com tubos ovais feito em aço que faz da nova 250cc uma moto bastante esguia e, ao mesmo tempo, oferece rigidez.
O conjunto de suspensões traz garfo telescópico invertido na dianteira e um monoamortecedor fixado por links na balança traseira, esta feita em alumínio. Mesmo sem revelar o curso do conjunto, já podemos prever que terão bom desempenho na terra. Pois, depois de algumas voltas no circuito de Twim Ring Motegi, elas mostraram-se bastante macias e aptas a absorver imperfeições, como era de se esperar. A versão que pude testar, entretanto, estava calçada com pneus praticamente off-road, o que prejudicou a avaliação das suspensões, principalmente porque rodei somente no asfalto.
Além disso, outros detalhes como as pedaleiras, a placa protetora do motor e o guia de corrente, demonstram a vocação bastante off-road da nova motocicleta. Sua aptidão também aparece nos freios a disco nas duas rodas — ambos simples porém com o formato wave que facilita a dispersão do calor e da lama em uma trilha.
TORQUE DE SOBRA
Porém, como o teste foi feito em pista de asfalto, uma vez que a CRF 250L foi criada com o propósito de ser uma moto on/off-road, ou seja, de uso misto, o que mais me chamou a atenção foi o grande torque disponível desde as baixas rotações. Mesmo tento duplo comando de válvulas, o novo motor de 250 cc demonstrou bastante vigor mesmo em baixas rotações — a Honda não divulgou o torque da CRF, mas na CBR esse motor oferece 2,42 kgfm a 7.000 rpm.
Acredito que, com uma diferente relação no câmbio de seis marchas e um novo mapeamento do motor, o modelo de uso misto pode chegar a 2,5 kgf.m em torno das 6.000 rpm. Mas o que me surpreendeu é que, mesmo com o câmbio de seis velocidades, na nova CRF 250L não era preciso reduzir a marcha, como acontecia na aposentada XR 250 Tornado — que também tinha motor DOHC de 250cc, mas alimentado por um carburador.
Outro ponto positivo que notei foi o baixo nível de vibração. Claro que com as pedaleiras sem borracha, os pés tremiam um pouco, mas menos do que esperava. Destaque ainda para o pequeno, porém moderno painel digital. Não traz conta-giros, mas tem relógio, nível de combustível e hodômetros.
MERCADO
Anunciada como um modelo mundial de Honda, a CRF 250L, lançada no Salão de Tóquio, será fabricada na Tailândia e exportada para o restante do mundo, inclusive ao Brasil. Ao menos foi isso que a apresentação do Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda, Tetsuo Suzuki, no circuito de Motegi deu a entender. Entre os países para onde a moto poderia ser exportada, estava lá a bandeira verde e amarela do “Brazil”.
Entretanto, representantes da subsidiária brasileira afirmam que há estudos para trazer a moto para nosso mercado, mas não há uma data precisa.
Analisando do ponto de vista mercadológico, a CRF 250L poderia muito bem substituir a atual CRF 230 e a extinta XR 250 Tornado. Afinal, a CRF 230 não pode ser emplacada e trata-se de um projeto ultrapassado. Além disso, a XRE 300 apresentada em 2009 não conseguiu agradar aos motociclistas que buscam uma motocicleta que possa rodar nas ruas, mas que também encara uma trilha ou mesmo uma prova de enduro nos finais de semana. Nesse nicho, do trilheiro, a CRF 250L seria uma boa opção.
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Honda CRF 250 L pode vir ao Brasil e é boa opção para os trilheiros de fim de semana

A apresentação da nova Honda CRF 250L e a possibilidade de que o modelo poderia ser vendido em todo o mundo, inclusive no Brasil surpreendeu aos presentes ao encontro mundial de jornalistas, promovido pela Honda em dezembro passado. O abalo foi maior do que o causado pelo pequeno terremoto que fez tremer as estruturas do hotel Twin Ring na noite anterior, localizado dentro do autódromo de mesmo nome em Motegi, no Japão.

Com uma proposta mista on/off-road, fato evidenciado pela sua roupagem semelhante às motos profissionais da marca, a CRF 250L chega para atualizar o line-up da Honda nesse segmento. No restante do mundo a já ultrapassada CRF 230 conta com uma versão “L”, homologada para rodar na rua, e aqui no Brasil, a XR 250 Tornado que cumpria essa função deixou muitos órfãos, pois a XRE 300 tem características muito mais projetadas para se rodar no asfalto.

Apesar do desenho clássico das motos off-road, a nova CRF 250L utiliza um moderno motor de um cilindro com refrigeração líquida — o mesmo da mini esportiva CBR 250R, esta já confirmada para o nosso mercado. O propulsor de exatos 249 cm³ de capacidade conta com comando de válvulas duplo no cabeçote (DOHC) e quatro válvulas por cilindro, além de ser alimentado por injeção eletrônica. Embora seu desempenho no novo modelo não tenha sido divulgado pela Honda, espera-se algo em torno dos 26 cv de potência máxima — valor declarado para a versão esportiva.

CORPO E ALMA OFF-ROAD

Mas as qualidades da nova Honda CRF 250L para enfrentar o fora-de-estrada não são apenas estéticas e vão além do visual. O quadro é um berço duplo com tubos ovais feito em aço que faz da nova 250cc uma moto bastante esguia e, ao mesmo tempo, oferece rigidez.

O conjunto de suspensões traz garfo telescópico invertido na dianteira e um monoamortecedor fixado por links na balança traseira, esta feita em alumínio. Mesmo sem revelar o curso do conjunto, já podemos prever que terão bom desempenho na terra. Pois, depois de algumas voltas no circuito de Twim Ring Motegi, elas mostraram-se bastante macias e aptas a absorver imperfeições, como era de se esperar. A versão que pude testar, entretanto, estava calçada com pneus praticamente off-road, o que prejudicou a avaliação das suspensões, principalmente porque rodei somente no asfalto.

Além disso, outros detalhes como as pedaleiras, a placa protetora do motor e o guia de corrente, demonstram a vocação bastante off-road da nova motocicleta. Sua aptidão também aparece nos freios a disco nas duas rodas — ambos simples porém com o formato wave que facilita a dispersão do calor e da lama em uma trilha.

TORQUE DE SOBRA

Porém, como o teste foi feito em pista de asfalto, uma vez que a CRF 250L foi criada com o propósito de ser uma moto on/off-road, ou seja, de uso misto, o que mais me chamou a atenção foi o grande torque disponível desde as baixas rotações. Mesmo tento duplo comando de válvulas, o novo motor de 250 cc demonstrou bastante vigor mesmo em baixas rotações — a Honda não divulgou o torque da CRF, mas na CBR esse motor oferece 2,42 kgfm a 7.000 rpm.

Acredito que, com uma diferente relação no câmbio de seis marchas e um novo mapeamento do motor, o modelo de uso misto pode chegar a 2,5 kgf.m em torno das 6.000 rpm. Mas o que me surpreendeu é que, mesmo com o câmbio de seis velocidades, na nova CRF 250L não era preciso reduzir a marcha, como acontecia na aposentada XR 250 Tornado — que também tinha motor DOHC de 250cc, mas alimentado por um carburador.

Outro ponto positivo que notei foi o baixo nível de vibração. Claro que com as pedaleiras sem borracha, os pés tremiam um pouco, mas menos do que esperava. Destaque ainda para o pequeno, porém moderno painel digital. Não traz conta-giros, mas tem relógio, nível de combustível e hodômetros.

MERCADO

Anunciada como um modelo mundial de Honda, a CRF 250L, lançada no Salão de Tóquio, será fabricada na Tailândia e exportada para o restante do mundo, inclusive ao Brasil. Ao menos foi isso que a apresentação do Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Honda, Tetsuo Suzuki, no circuito de Motegi deu a entender. Entre os países para onde a moto poderia ser exportada, estava lá a bandeira verde e amarela do “Brazil”.

Entretanto, representantes da subsidiária brasileira afirmam que há estudos para trazer a moto para nosso mercado, mas não há uma data precisa.

Analisando do ponto de vista mercadológico, a CRF 250L poderia muito bem substituir a atual CRF 230 e a extinta XR 250 Tornado. Afinal, a CRF 230 não pode ser emplacada e trata-se de um projeto ultrapassado. Além disso, a XRE 300 apresentada em 2009 não conseguiu agradar aos motociclistas que buscam uma motocicleta que possa rodar nas ruas, mas que também encara uma trilha ou mesmo uma prova de enduro nos finais de semana. Nesse nicho, do trilheiro, a CRF 250L seria uma boa opção.

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Vamos começar 2012 acelerando em mais um Passeio da Soul Moto Nosso primeiro destino será Gonçalves, à 200 Km de SP, cidade de MG com lindas paisagens Aguardamos vocês
Para maiores informações sobre o passeio, acesse: http://www.facebook.com/#!/events/172884396148737/
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Vamos começar 2012 acelerando em mais um Passeio da Soul Moto

Nosso primeiro destino será Gonçalves, à 200 Km de SP, cidade de MG com lindas paisagens

Aguardamos vocês

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Ronaldo e Valentino Rossi
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BMW K 1600 GT é eleita Moto do Ano 2011
A BMW K 1600 GT foi escolhida “International Bike Of The Year 2011”, reconhecimento máximo da premiação organizada pela revista belga Motor Wereld. O anúncio foi feito durante o Salão de Bruxelas, que acontece na Bélgica até o próximo domingo (22). O prêmio é decidido por um júri internacional composto por jornalistas especializados de 25 publicações focadas em motocicletas. 
De acordo com o júri, a K 1600 GT – eleita com 41 pontos – se destaca pela combinação de conforto, performance e inovações tecnológicas. A moto é equipada com um motor de seis cilindros em linha e dispõe de recursos como freios com ABS, controle de tração, sistema de navegação e suspensão ajustável eletronicamente. O modelo alemão é a aposta da BMW para o segmento de touring e custa a partir de R$ 99.500 no Brasil. 
A marca da Baviera ainda apareceu mais duas vezes entre as cinco motos mais bem avaliadas pelo júri internacional. A versão topo de linha K 1600 GTL, à venda no Brasil por R$ 108.500, aparece na quarta posição, com 18 pontos, enquanto a S 1000 RR – campeã de 2010 – empatou com a Kawasaki ZX 10R e ficou em quinto lugar, com 16 pontos. O prêmio de vice-campeã foi para a Ducati Diavel, que somou 32 pontos do júri, e a Aprilia Tuono V4 APRC levou o terceiro lugar, com 22 pontos. 
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BMW K 1600 GT é eleita Moto do Ano 2011

A BMW K 1600 GT foi escolhida “International Bike Of The Year 2011”, reconhecimento máximo da premiação organizada pela revista belga Motor Wereld. O anúncio foi feito durante o Salão de Bruxelas, que acontece na Bélgica até o próximo domingo (22). O prêmio é decidido por um júri internacional composto por jornalistas especializados de 25 publicações focadas em motocicletas. 

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A marca da Baviera ainda apareceu mais duas vezes entre as cinco motos mais bem avaliadas pelo júri internacional. A versão topo de linha K 1600 GTL, à venda no Brasil por R$ 108.500, aparece na quarta posição, com 18 pontos, enquanto a S 1000 RR – campeã de 2010 – empatou com a Kawasaki ZX 10R e ficou em quinto lugar, com 16 pontos. O prêmio de vice-campeã foi para a Ducati Diavel, que somou 32 pontos do júri, e a Aprilia Tuono V4 APRC levou o terceiro lugar, com 22 pontos. 

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Moto de Rossi será atração em Salão de Verona
A terra de Romeu e Julieta será palco de mais uma edição do Motor Bike Expo, que acontece de 20 a22 de janeiro. O evento italiano é o primeiro entre os grandes a acontecer em 2012 e uma das mais importantes exposições europeias dedicadas exclusivamente ao universo das duas rodas. Uma das principais atrações deste salão de motos será a exposição da Ducati Desmosedici GP, a qual será pilotada por Valentino Rossi na temporada desse ano da MotoGP.
A moto de Valentino Rossi estará em exposição no Motor Bike Expo
O Salão de Motos de Verona contará com mais de 800 expositores, vindos de várias partes do mundo e divididos em sete pavilhões. Ao todo, serão mais de 70 mil metros quadrados de área para exposição de motos, peças e acessórios. Além, é claro, de uma grande área externa para test-drives e ações esportivas.
O Motor Bike Expo, que no ano passado registrou 100.000 visitantes, é também um dos eventos mundiais mais importantes da indústria de personalização. A feira irá reunir oficinas como, Arlen Ness (EUA), Battistini (ING) e Chopper Samurai (JAP) em uma grande área destinada às motos customizadas.

As motos customizadas terão espaço especial no evento
Outras atrações do evento serão a Eco Area, espaço com modelos desenvolvidos levando em conta a sustentabilidade como conceito principal e a Motor Bike Travel, uma área para incentivo do mototurismo. Para mais informações, acesse: www.motorbikeexpo.it

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Moto de Rossi será atração em Salão de Verona

A terra de Romeu e Julieta será palco de mais uma edição do Motor Bike Expo, que acontece de 20 a22 de janeiro. O evento italiano é o primeiro entre os grandes a acontecer em 2012 e uma das mais importantes exposições europeias dedicadas exclusivamente ao universo das duas rodas. Uma das principais atrações deste salão de motos será a exposição da Ducati Desmosedici GP, a qual será pilotada por Valentino Rossi na temporada desse ano da MotoGP.

A moto de Valentino Rossi estará em exposição no Motor Bike Expo

O Salão de Motos de Verona contará com mais de 800 expositores, vindos de várias partes do mundo e divididos em sete pavilhões. Ao todo, serão mais de 70 mil metros quadrados de área para exposição de motos, peças e acessórios. Além, é claro, de uma grande área externa para test-drives e ações esportivas.

O Motor Bike Expo, que no ano passado registrou 100.000 visitantes, é também um dos eventos mundiais mais importantes da indústria de personalização. A feira irá reunir oficinas como, Arlen Ness (EUA), Battistini (ING) e Chopper Samurai (JAP) em uma grande área destinada às motos customizadas.

As motos customizadas terão espaço especial no evento

Outras atrações do evento serão a Eco Area, espaço com modelos desenvolvidos levando em conta a sustentabilidade como conceito principal e a Motor Bike Travel, uma área para incentivo do mototurismo. Para mais informações, acesse: www.motorbikeexpo.it

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Strada 650 abre novos caminhos para Husqvarna

Carlos Bazela 
Da Infomoto



Injetar sangue novo na Husqvarna. Esse é o conceito adotado pela BMW após comprar a marca sueca em 2007. Para isso, a primeira atitude dos alemães foi utilizar a tecnologia da BMW Motorrad para desenvolver uma moto voltada para o público jovem. Assim nasceram as duas versões da Nuda — 900 e 900R —, apresentadas ao público na última edição do Salão de Motos de Milão (EICMA 2011), e que devem entrar em produção ainda este ano na Europa.
Entretanto, a marca bávara não parou por aí. No mesmo salão, a Husqvarna apresentou um conceito com motor de 650 cc chamada Moab, cuja proposta era de ser uma moto de rua com design inspirado nos modelos off-road que fizeram sucesso nas décadas de 1960 e 1970. A ideia rendeu. E, em dezembro, durante o Salão de Paris, a Husqvarna apresentou a Strada.
Com linhas inspiradas no protótipo Moab, a moto também remete aos antigos modelos da Husqvarna, mas ao mesmo tempo tem proposta similar à da Nuda. Ou seja, uma motocicleta que exige pouco esforço do piloto e direcionada para o público jovem. Porém, com um propulsor mais “manso”, para não assustar os pilotos menos experientes.

NATURAL DA ALEMANHA

Da mesma forma que a Nuda, todo o conceito da Moab — e por conseqüência, da Strada — foi feito pela BMW. Com o motor não poderia ser diferente. Mas, em vez de desenvolver um novo propulsor, a marca acabou optando pelo mesmo monocilíndrico com duplo comando no cabeçote que está presente na trail G 650GS.
Embora a motorização seja a mesma, a Husqvarna afirma ter dado um novo fôlego ao propulsor para fazê-lo levemente mais potente. Podemos esperar, então, algo superior aos 48 cv a 6500 rpm gerados pela moto alemã. Ao revelar o novo modelo, a montadora sueca confirmou um peso de 173 kg, dois quilos a menos do que a G 650 GS.
As especificações técnicas da Strada ainda não foram divulgadas pela BMW. Entretanto, nota-se pelas fotos que a nova 650cc da Husqvarna terá freio a disco nas duas rodas. Já o conjunto de suspensões, conta com garfo telescópico invertido, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira. A transmissão final será feita por corrente, assim como na G 650 GS.

MOTO PARA TODO MUNDO

O BMW Group vem reforçando fortemente a questão do público jovem com a Husqvarna. Tanto as duas versões da Nuda quanto a nova Strada foram projetadas para serem, acima de tudo, divertidas e atrair motociclistas iniciantes que estão em busca de sua primeira moto de média/alta cilindrada.
Além dos novatos, o grupo alemão fez questão de frisar nos materiais de divulgação da Strada que a moto também é uma boa opção para mulheres. A Husqvarna deve revelar mais detalhes da nova moto em breve, uma vez que ela está prevista para chegar ao mercado europeu ainda este ano. No Reino Unido, inclusive, já se especula que o preço será algo em torno de 5.150 libras, o equivalente a cerca de R$ 14.300.

Fonte: UOL
Foto: Divulgação
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Strada 650 abre novos caminhos para Husqvarna

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Injetar sangue novo na Husqvarna. Esse é o conceito adotado pela BMW após comprar a marca sueca em 2007. Para isso, a primeira atitude dos alemães foi utilizar a tecnologia da BMW Motorrad para desenvolver uma moto voltada para o público jovem. Assim nasceram as duas versões da Nuda — 900 e 900R —, apresentadas ao público na última edição do Salão de Motos de Milão (EICMA 2011), e que devem entrar em produção ainda este ano na Europa.

Entretanto, a marca bávara não parou por aí. No mesmo salão, a Husqvarna apresentou um conceito com motor de 650 cc chamada Moab, cuja proposta era de ser uma moto de rua com design inspirado nos modelos off-road que fizeram sucesso nas décadas de 1960 e 1970. A ideia rendeu. E, em dezembro, durante o Salão de Paris, a Husqvarna apresentou a Strada.

Com linhas inspiradas no protótipo Moab, a moto também remete aos antigos modelos da Husqvarna, mas ao mesmo tempo tem proposta similar à da Nuda. Ou seja, uma motocicleta que exige pouco esforço do piloto e direcionada para o público jovem. Porém, com um propulsor mais “manso”, para não assustar os pilotos menos experientes.

NATURAL DA ALEMANHA

Da mesma forma que a Nuda, todo o conceito da Moab — e por conseqüência, da Strada — foi feito pela BMW. Com o motor não poderia ser diferente. Mas, em vez de desenvolver um novo propulsor, a marca acabou optando pelo mesmo monocilíndrico com duplo comando no cabeçote que está presente na trail G 650GS.

Embora a motorização seja a mesma, a Husqvarna afirma ter dado um novo fôlego ao propulsor para fazê-lo levemente mais potente. Podemos esperar, então, algo superior aos 48 cv a 6500 rpm gerados pela moto alemã. Ao revelar o novo modelo, a montadora sueca confirmou um peso de 173 kg, dois quilos a menos do que a G 650 GS.

As especificações técnicas da Strada ainda não foram divulgadas pela BMW. Entretanto, nota-se pelas fotos que a nova 650cc da Husqvarna terá freio a disco nas duas rodas. Já o conjunto de suspensões, conta com garfo telescópico invertido, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira. A transmissão final será feita por corrente, assim como na G 650 GS.

MOTO PARA TODO MUNDO

O BMW Group vem reforçando fortemente a questão do público jovem com a Husqvarna. Tanto as duas versões da Nuda quanto a nova Strada foram projetadas para serem, acima de tudo, divertidas e atrair motociclistas iniciantes que estão em busca de sua primeira moto de média/alta cilindrada.

Além dos novatos, o grupo alemão fez questão de frisar nos materiais de divulgação da Strada que a moto também é uma boa opção para mulheres. A Husqvarna deve revelar mais detalhes da nova moto em breve, uma vez que ela está prevista para chegar ao mercado europeu ainda este ano. No Reino Unido, inclusive, já se especula que o preço será algo em torno de 5.150 libras, o equivalente a cerca de R$ 14.300.

Fonte: UOL

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